“Case” Twittess – (Mais) uma visão

Acabei de receber a notícia de que o perfil de Tessália Serigheli ( @twittess para os íntimos ) no Twitter foi suspenso.

Não vou aqui escrever uma “bio” dela, porque ela vem sendo tão falada que basta “jogar” no google.

Todos sabem que ela usou os famigerados “scripts” para obter mais seguidores e que agora cobra de quem quiser que ela dê uma “tuitada” divulgando sua empresa ou serviço. Cheguei a ouví-la dizendo num programa de rádio que era “professora de twitter”.

Bom, vou direto ao assunto:

Temos duas questões aqui. Uma é o fato da internet ser livre, e cada um poder fazer o que bem entende.

Eu mesmo me considero um “fruto” dessa liberdade. Aprendi muita coisa ao longo desses 11 anos em contato com a internet, e hoje em dia faço dela minha fonte de trabalho, apesar de só ter o segundo grau completo e AINDA não ter feito cursos voltados pra mídias sociais, marketing, publicidade, etc..

Aprendi que nós podemos manter contato com quem quisermos. Que praticamente todas as ferramentas de interação online tem um botãozinho dizendo “bloquear”, “deletar”, “excluir” e por aí vai.

Sob esse aspecto, acho que a “Twittess” tem total liberdade de fazer o que quiser, usar scripts, dar “follow-back”, etc, etc, etc… Nesse ponto, eu faço coro com as pessoas que pedem #freetwittess

Outra questão é a forma como isso é visto e usado “de fora pra dentro”. Acho que imputar relevância a uma pessoa que usa de ferramentas “não-convencionais” de aumento de é, no mínimo, esquisito.

Será que todos esses veículos de comunicação que entrevistam e “dão moral” pra Twittess tem noção dos artifícios que ela usou? Ou será que tudo não passa de provocação da “ala diplomada”?

Existem pessoas no twitter e em outras mídias sociais muito, mas muito mais relevantes do que ela. Será que esses veículos de comunicação não sabem disso? Por que essa “preguiça” em contactar a Twittess, ao invés de procurar essas pessaoas REALMENTE relevantes?

A MENOS culpada nessa história toda é a própria Twittess. Apesar de eu não concordar nem um pouquinho com o discurso dela, que às vezes beira a arrogância quando vai falar de si mesma em relação à sua “relevância”, deixo aqui as perguntas:

Quem recusaria um convite pra dar entrevista ao Jornal da Globo?

Qual a mulher que recusaria um en$aio fotográfico pra VIP?

Manifestem-se!